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	<title>Notícias &#8211; Assessoria Empresarial Uller</title>
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	<description>Nosso trabalho é identificar o real problema ou oportunidade de melhoria,criando soluções e permitindo o desenvolvimento dos processos.</description>
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	<title>Notícias &#8211; Assessoria Empresarial Uller</title>
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		<title>Pesquisa aponta que 57% das famílias endividadas de Blumenau não conseguirão quitar os débitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nadia Uller]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2015 19:17:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A crise enfrentada pelo Brasil começa a mostrar sinais negativos nas finanças dos blumenauenses. Uma pesquisa realizada em junho pela Fecomércio-SC mostra que o número de famílias da cidade que não terão condições de pagar suas dívidas em atraso cresceu de 7%, em junho de 2014, para 57% no mesmo mês deste ano.— A situação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="materia-corpo entry-content">A crise enfrentada pelo Brasil começa a mostrar sinais negativos nas finanças dos blumenauenses. Uma pesquisa realizada em junho pela Fecomércio-SC mostra que o número de famílias da cidade que não terão condições de pagar suas dívidas em atraso cresceu de 7%, em junho de 2014, para 57% no mesmo mês deste ano.— A situação reduz a quantidade de recursos que as pessoas têm para gastar, o que inclui o pagamento de dívidas. Por isso esse aumento no número de famílias que não terão condições de pagar suas contas já em atraso — avalia Luciano Córdova, assessor econômico da Fecomércio-SC.</p>
<p>O economista acredita que a inadimplência deve continuar em níveis elevados pelo menos até a metade de 2016. No entanto, garante que os níveis não são suficientes para comprometer o capital de giro das empresas.</p>
<p>O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Blumenau (Sindilojas), Emílio Schramm, prefere confiar no perfil de bom pagador do blumenauense e acredita que os dados representam uma tendência. Ele ressalta que é importante diferenciar o resultado da pesquisa do que de fato vira inadimplência.</p>
<p>— Se tem algo que incomoda o blumenauense é dívida. Esses números ainda não estão se refletindo na realidade, mas temos que acompanhar o mês a mês. Nossa preocupação maior com essa tendência é a venda, que pode ser freada.</p>
<p>O presidente da CDL de Blumenau, Helio Roncaglio, acredita que as pessoas estão se preservando, pois sabem que existe uma retração econômica:</p>
<p>— O consumidor está evitando comprar a prazo pois não quer ter dívidas pela frente – avalia.</p>
<p>Apesar da situação, pelo menos no varejo local a situação é um pouco diferente. Dados da CDL mostram que o número de inadimplentes no comércio caiu cerca de 5% entre 2014 e 2015. A entidade promove anualmente o Feirão Limpe Seu Nome, uma oportunidade para as pessoas renegociarem suas dívidas a juros mais baixos e colocarem o orçamento em dia. O próximo encontro deve ocorrer em dezembro.</p>
<p><strong>Equipe do Procon atende famílias com problemas<br />
</strong><br />
O coordenador do Procon em Blumenau, Alexandre Caminha, garante que o esclarecimento é a única saída para evitar as dívidas. Para isso, defende o aumento da parcela mínima para pagamento dos cartões de crédito _ o principal causador das dívidas _ e a descrição dos juros para o próximo mês, caso o pagamento mínimo não seja efetuado.</p>
<p>O órgão tem uma equipe para atender as famílias que estão com problemas. O Procon auxilia na negociação entre clientes e instituições financeiras.</p>
<p>— O momento econômico que estamos vivenciando vai trazer mais superendividados. Aumento de dólar, inflação e instabilidade financeira devem gerar prejuízo ao consumidor — projeta.</p>
<p><strong>&gt; Confira a situação das famílias</strong></p>
<p><img decoding="async" src="http://www.clicrbs.com.br/imagesrc/17541210.JPG" alt="" /></p>
<p><strong>&gt; Ajuste seu orçamento<br />
</strong><br />
&#8211; Faça um levantamento de receitas e despesas. É importante visualizar para onde está indo o dinheiro.</p>
<p>&#8211; Descubra os itens supérfluos que podem deixar seu cotidiano por algum tempo. Em relação à alimentação, gastos para uma família de quatro pessoas devem representar 30% do orçamento.</p>
<p>&#8211; Evite pagar a fatura mínima do cartão de crédito. Algumas instituições financeiras chegam a operar com 300% de juros ao ano.</p>
<p>&#8211; Economize. É importante manter uma reserva durante o ano para as chamadas despesas eventuais, como pagamento de IPVA, ou repentinas, como problemas de saúde.</p>
<p>&#8211; Caso você se enrole com o cartão de crédito, pode ser conveniente procurar outros financiamentos mais baratos para quitar a dívida. Alguns cartões de crédito cobram 15% ao mês em juros. É melhor pegar um empréstimo com juros de 4% ao mês e quitar o cartão.</p>
<p>&#8211; Projete sua vida para os próximos anos e trabalhe para alcançar seus objetivos. Renuncie a pequenas coisas tendo em vista seu objetivo maior.</p>
<p><em>Fonte: Sidney Silva, professor de Economia Brasileira Contemporânea da Furb.</em></p>
</div>
<div class="materia-rodape clearfix">
<div class="esq">
<p class="secao cor ">JORNAL DE SANTA CATARINA</p>
</div>
<div class="materia-social-footers"></div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Assessoria Uller ministra treinamento sobre Liderança e Motivação na empresa SRP Malhas</title>
		<link>https://assessoriauller.com.br/assessoria-uller-ministra-treinamento-sobre-lideranca-e-motivacao-na-empresa-srp-malhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nadia Uller]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2014 13:25:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Assessoria Uller ministra treinamento sobre Liderança e Motivação na empresa SRP Malhas. Parabéns a equipe de líderes pelo empenho e muito obrigada a empresa SRP Malhas pela oportunidade e confiança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Assessoria Uller ministra treinamento sobre Liderança e Motivação na empresa SRP Malhas. Parabéns a equipe de líderes pelo empenho e muito obrigada a empresa SRP Malhas pela oportunidade e confiança.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Assessoria Uller presente no 2º Pedágio Blumenau contra o Câncer</title>
		<link>https://assessoriauller.com.br/assessoria-uller-presente-no-2o-pedagio-blumenau-contra-o-cancer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nadia Uller]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Apr 2013 14:56:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ablucan]]></category>
		<category><![CDATA[Evento]]></category>
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					<description><![CDATA[A ABLUCAN – Associação Blumenauense na Luta Contra o Câncer, vem de público  agradecer a bela demonstração de solidariedade dada pela população blumenauense  neste sábado dia 06, através da doação de R$ 28.537,50 no 2º. Pedágio Blumenau  Contra o Câncer. Demonstramos que, em Blumenau, anjos da guarda ainda existem. Nossos agradecimentos a cada pessoa que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ablucan.org.br/">A ABLUCAN</a> – Associação Blumenauense na Luta Contra o Câncer, vem de público  agradecer a bela demonstração de solidariedade dada pela população blumenauense  neste sábado dia 06, através da doação de R$ 28.537,50 no 2º. Pedágio Blumenau  Contra o Câncer. Demonstramos que, em Blumenau, anjos da guarda ainda existem. Nossos agradecimentos a cada pessoa que se envolveu, antes, durante e depois do evento, pois este resultado é diretamente proporcional à participação de cada um. Nossos reconhecimentos e gratidão aos parceiros institucionais que nos ajudaram na divulgação do  evento, fato preponderante para bem informar a comunidade do quê, quem e qual a finalidade  do pedágio. Creditamos parcela considerável do sucesso a estas parcerias. Agradecemos a Deus pela lindo dia ensolarado, pela saúde e meios que tivemos para doarmos  nossa manhã de sábado em favor do nosso próximo, enfim, pela oportunidade que tivemos de estender nossa mão amiga a quem tanto precisa. Em nome das mais de 110 famílias assistidas mensalmente, nosso profundo e sincero</p>
<p>MUITO OBRIGADO.</p>
<p>Deus os recompense e abençoe.</p>
<p>Leonardo Levi Braz</p>
<p>Presidente</p>
<p><a href="http://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2013/04/capa_uller.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-932" alt="capa_uller" src="http://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2013/04/capa_uller.jpg" width="599" height="363" srcset="https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2013/04/capa_uller.jpg 599w, https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2013/04/capa_uller-150x91.jpg 150w, https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2013/04/capa_uller-300x182.jpg 300w" sizes="(max-width: 599px) 100vw, 599px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Assessoria Uller prestigia festa de 15 anos da Parentex</title>
		<link>https://assessoriauller.com.br/assessoria-uller-prestigia-festa-de-15-anos-da-parentex/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nadia Uller]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 14:43:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assessoria Uller  esteve presente na festa de 15 anos da Parentex, um evento que marcou todas as conquistas da empresa. Para nós foi  uma grande honra fazer parte desta comemoração. Na ocasião tivemos a simpática companhia do apresentador do jornal do almoço Joelson dos Santos ( imagem: Joelson dos Santos, Eduardo Miranda e Nadia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Assessoria Uller  esteve presente na festa de 15 anos da Parentex, um evento que marcou todas as conquistas da empresa. Para nós foi  uma grande honra fazer parte desta comemoração. Na ocasião tivemos a simpática companhia do apresentador do jornal do almoço Joelson dos Santos ( imagem: Joelson dos Santos, Eduardo Miranda e Nadia Uller).</p>
<p><a href="http://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_5595-e1363617689171.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-892" title="IMG_5595" alt="" src="http://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_5595-e1363617689171.jpg" width="600" height="400" srcset="https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_5595-e1363617689171.jpg 600w, https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_5595-e1363617689171-150x100.jpg 150w, https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_5595-e1363617689171-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mulheres abrem suas próprias empresas e dão a volta por cima</title>
		<link>https://assessoriauller.com.br/mulheres-abrem-suas-proprias-empresas-e-dao-a-volta-por-cima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nadia Uller]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 11:08:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[negócio]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasileiras que conseguiram abrir seus próprios negócios e superar histórias de pobreza e dificuldade contam suas experiências. Na loja da microempresária Ana Lúcia Reis, o movimento é para valer: das 8h às 23h, de segunda a sábado. Ana hoje tem uns 300 clientes: a freguesia é fiel, as funcionárias têm carteira assinada e a proprietária [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>Brasileiras que conseguiram abrir seus próprios negócios e superar histórias de pobreza e dificuldade contam suas experiências.</h2>
<p>Na loja da microempresária Ana Lúcia Reis, o movimento é para valer: das 8h às 23h, de segunda a sábado.</p>
<p>Ana hoje tem uns 300 clientes: a freguesia é fiel, as funcionárias têm carteira assinada e a proprietária garante que só está começando.</p>
<p>&#8220;A minha vontade agora é pegar a parte de cima e botar só a passadoria. Já fico sonhando em cada canto uma passadeira passando as roupas, contratando um boy fixo, de carro mesmo, pra poder entregar as minhas roupas”, conta Ana Lúcia, que diz ainda que não esperava esse sucesso todo dentro da comunidade, que fica na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana, Rio de Janeiro. “Eu achava que teria sucesso no asfalto, não na comunidade. Mas a comunidade acabou me surpreendendo, eu faço sucesso aqui na comunidade mesmo.&#8221;, garante a microempresária.</p>
<p>Em 2009, Ana estava desempregada e sem dinheiro. Mas tinha intuição e uma enorme vontade de vencer. A lavanderia começou como a maioria dos empreendimentos no Brasil: bem pequena, em casa mesmo. “E acabou dando tanto sucesso que eu acabei ganhando mais que meu esposo. E foi daí que veio a idéia de realmente montar uma lavanderia&#8221;, conta Ana.</p>
<p>O primeiro passo para sair da cozinha foi se instalar em um quiosque, emprestado da associação dos moradores do morro. Lá, Ana fez uma aposta com o marido.</p>
<p>&#8220;’Se passar dos seis meses e não quebrar, a gente vai em frente’. E foi aí, quando chegou os seis meses, fizemos uma festa. Agora não quebra mais, agora é só divulgar e fazer sucesso”, comemora.</p>
<p>Daí para a loja foi um pulo.</p>
<p>A dona-de-casa Glória Gonçalves diz o que acha do serviço. “Ah, muito boa, roupa cheirozinha, muito boa a roupa&#8221;, elogia.</p>
<p>Quem lavava as roupas do cabeleireiro Moisés Neves era a mãe dele. Agora, ela se aposentou dessa função. “Agora só venho aqui”, conta.</p>
<p>Se a freguesia não traz a roupa, Ana manda buscar. Se a entrega é longe, manda levar.</p>
<p>&#8220;Eu faço a minha propaganda, eu mesmo vou pessoalmente, faço boca-a-boca, quando é cliente pela primeira vez eu mesma vou visitar, eu mesma me apresento como dona, mostro o panfleto e dou desconto. Se for cliente de toda a semana, ele ganha um quilo grátis, e daí vai a divulgação deles&#8221;, diz a microempresária.</p>
<p>Na comunidade, dizem que ela ficou rica. Mas ela jura que, ainda, não.</p>
<p>&#8220;A maior parte do nosso lucro a gente reinveste na loja, a gente não tira não, não tira nem o nosso, às vezes até põe da nossa casa, do extra que nós temos, que eu tenho uma casa alugada, meu esposo trabalha como motorista, e o dinheiro dele e o meu vem pra loja&#8221;, conta Ana.</p>
<p>A Ana sonha grande, ela quer ver o nome da lavanderia espalhado pelo Rio. E é melhor não duvidar dela: já foi criada a primeira filial da futura rede, na comunidade do Tuiuti, zona norte da cidade.</p>
<p>Outra que também pega no batente é dona Zenir Ribeiro, cheia de orgulho pelo sucesso da filha. &#8220;Eu estou feliz porque ela conseguiu o que ela queria, graças a Deus&#8221;, diz a mãe de Ana, Zenir Ribeiro.</p>
<p>Ana deixou a escola na sexta série, quando ficou grávida aos 15 anos. Com apenas 35, é mãe de quatro filhos e avó de duas netas.  Agora, quer recuperar o que deixou de lado. Nos planos estão o supletivo, a faculdade de administração e quantas lojas puder abrir.</p>
<p>&#8220;A próxima lavanderia eu não quero mais em comunidade. Eu quero lá em baixo, no asfalto, na rua principal. Não quero ficar na mesmice. Quero sair do morro e continuar com minha lavanderia de raiz aqui em cima, mas lá embaixo sair o nome da comunidade, que saiu uma do morro e foi pro asfalto”, conta Ana.</p>
<p>Em Mossoró, no Rio Grande do Norte, a artesã Francisca Fernandes também pensa grande. Sobre até onde ela planeja chegar, ela é categórica: “Até onde Deus permitir. Se Deus permitir que eu vá à Lua, eu vou&#8221;.</p>
<p>E se der, vai mesmo. Vencer obstáculos é uma coisa que ela sabe fazer muito bem. &#8220;Eu fiz grinalda pra defunto, eu fiz arranjo de noiva, eu costurei, eu passei, eu cozinhei, eu lavei roupa, eu já fui de tudo, já fui estilista de moda, já fiz de tudo para ver se mudava a situação&#8221;, conta a artesã.</p>
<p>Analfabeta, não tinha nem documentos. E a vida ia de mal a pior: &#8220;Já dei um filho porque eu não podia criar. Meu filho mais velho desmaiou de fome, e eu sem poder fazer nada porque era difícil a vida por eu nem saber escrever, não tinha como trabalhar. A pessoa não dava emprego por eu não saber ler nem escrever.&#8221;</p>
<p>Trabalhando como mecânico, seu Firmino, o marido, ganhava bem, mas não cuidava da família. Até que um dia, ele exagerou: negou R$ 1 para comprar pão. &#8220;Ele olhou bem para mim, enfiou a mão no bolso, pegou R$ 50, passou na minha cara e disse: ‘eu trabalhei, ganhei, então vou pro bar beber e escutar música do Roberto Carlos’”. E não deu R$ 1 para a esposa.</p>
<p>Nesse dia, ela apostou a última esperança: moldar figuras em biscuit, uma técnica de artesanato que tinha visto na televisão. A matéria prima era muito cara. Ela foi misturando o que tinha em casa: óleo, goma de mandioca, vinagre e sabonete. &#8220;Tentava fazer de todos os jeitos. Quando eu botei o sabonete, foi o ponto. O essencial foi o sabonete”, explica Francisca.</p>
<p>Os instrumentos de trabalho também foram improvisados: um pedaço de raio de bicicleta, agulha de crochê, um pedaço de cano, palito de coqueiro.</p>
<p>&#8220;A gente decorava sabonete, fazia ímã de geladeira, fazia chaveirinho, e todo mundo achava feio porque era aquela coisa envernizada, aquela coisa brilhosa e o povo criticando, dizendo que era feio&#8221;, conta.</p>
<p>As críticas negativas, as dificuldades para produzir e vender a sua arte nunca abateram Francisca, ao contrário. Como boa nordestina, essa mulher tem na perseverança o seu traço fundamental. Franscisca fez de Lampião e Maria Bonita seus personagens favoritos e, como eles, nunca desistiu da luta.</p>
<p>A luta melhorou muito depois que ela fez um curso de artesanato. O casal de cangaceiros ganhou estilo, em novos modelos e vários tamanhos. Com a ajuda da filha Adriana, a produção cresceu e as vendas também. Mas havia ainda muito que aprender. Até para tirar os documentos.</p>
<p>&#8220;Meu filho escreveu meu nome na parede: Francisca Fernandes – arte em biscuit. E aí, todo dia eu ficava ali sentada na porta, contando quantas letras tinha o meu nome e quais eram as letras do meu nome para poder escrever direitinho, correto, o meu nome. Para mim, foi como se eu tivesse nascido de novo, e outra coisa: melhorou minha autoestima. Eu virei outra pessoa”, comemora a artesã.Carlinhos, o filho mais velho, largou o emprego para trabalhar com a mãe e a irmã. Juntos, eles formam uma equipe de produção impressionante: em um mês, chegam a fazer cinco mil peças.</p>
<p>&#8220;O nosso carro-chefe são as peças miúdas e essas peças pequenas têm uma produção muito rápida. Num dia eu consigo fazer 150 cabeças dessas. A minha irmã já coloca o cabelo, o chapéu e está pronto&#8221;, explica Carlos André de Sousa, filho de Francisca.</p>
<p>E será que não cansa? Adriana de Sousa, filha de Francisca, diz que não. “Às vezes enjoa de fazer tanto cangaço, mas aí eu faço uma caricatura, uma bonequinha colorida, e daí já começo de novo no cangaço&#8221;, conta.</p>
<p>As caricaturas são de gente famosa: Xuxa, Ana Maria Braga, Louro José, Amy Winehouse, e até Michele Obama.</p>
<p>Com isso, a vida da família mudou muito. “Meu sonho era ter dois pares de chinelo e eu já tenho todos os que eu quero. A gente tem internet em casa, nunca que pensei ter internet.”, diz Francisca. Agora, não falta mais nada em casa. “Tudo o que eu quero, vou ao supermercado e compro. As pessoas me ajudar a chegar a ter nome de celebridade&#8221;.</p>
<p>Dez anos atrás ela precisava implorar R$ 1 do marido. Agora, seu Firmino jura que nem se lembra dessa história. E diz que tem o maior orgulho dela. &#8220;Uma mulher que nem essa daí não é todo mundo que tem não. São poucas&#8221;, elogia o aposentado Francisco Firmino da Costa Neto.</p>
<p>A microempresária Maria de Nazaré Nascimento é uma dessas mulheres. Em São Luís, capital do Maranhão, não há religioso que não conheça os paramentos que ela produz. E ela sonha até em fazer roupa para o Papa. “É verdade. É um sonho, e eu vou realizar&#8221;, confirma rindo.</p>
<p>E se essa baixinha promete, ela cumpre. Até chegar a seu atelier, num casarão histórico do centro da cidade, foi uma longa caminhada. E ela chegou. &#8220;Eu tenho que contar essa história muitas e muitas vezes, para encorajar essas mulheres que às vezes acham que não tem mais jeito, que tem que se entregar e não é bem assim, tem que acreditar, correr, trabalhar, coragem, pensar nos filhos”, incentiva.</p>
<p>Tudo começou numa pequena cidade do interior do Maranhão, onde Nazaré vivia sob o domínio de um marido muito violento. Foram tempos de dor e de medo, para ela e para os quatro filhos menores. Pra sair dessa situação, Nazaré precisava ter um trabalho. Para isso, ela foi estudar corte e costura, escondida do marido.</p>
<p>&#8220;Não tinha liberdade, ele não deixava. Até mesmo ir para a missa, tinha que ser escondido, era aquela coisa. E eu vivendo aquela vida de desespero, de sofrimento, muitas vezes faltava comida, não pela pobreza, mas pela ruindade dele mesmo”, diz Nazaré.</p>
<p>Recém-formada, ela fez as primeiras vestes litúrgicas seguindo as orientações de um padre amigo. Mas o negócio não dava certo no interior. Ela tinha que encarar a mudança para a capital.</p>
<p>&#8220;Falei assim: ‘mãe, seja o que Deus quiser’. E ela falou: ‘vai, tu vai conseguir. Se você não conseguir, você volta, mas vai conseguir e nem vai querer voltar’&#8221;, conta a microempresária.</p>
<p>E ela foi, mesmo precisando deixar pra trás as filhas pequenas. Na bagagem, levou quase nada: só mesmo as máquinas usadas.</p>
<p>Para quem começou só com duas máquinas velhas, sua oficina dá bem a medida do sucesso de Nazaré. Hoje são 14 funcionárias e a equipe deve crescer ainda mais. Trabalho é o que não falta. Só para a Páscoa do ano passado, as costureiras chegaram a produzir, em um mês, mais de 1500 peças.</p>
<p>&#8220;Quando eu cheguei em São Luís, eu não tinha condições nem de alugar uma casa, por mais barata que fosse. Batia nas portas das lojas de tecido, contava a minha situação e nada. Porque assim: ‘você tem cartão?’. ‘Não’. ‘Tem cheque?’. ‘Não’. ‘Então nós não vendemos’. Aí muitas vezes eu deixava de comprar alimentação para comprar o tecido, porque eu tinha que pagar o aluguel, pagar a água, pagar a luz e não tinha outra saída&#8221;, lembra Nazaré.</p>
<p>Católica fervorosa, Nazaré fez muitos amigos na igreja e, com a ajuda deles, venceu. Hoje, são clientes fiéis, que recebem de volta o carinho da amiga.</p>
<p>O padre Cosmo de Sousa Almeida sempre compra fiado com Nazaré, mas garante sempre pagar. “Pago direitinho. Mas a gente paga como pode. Ela diz ‘quando puder, deposita’, e dá o número da conta. Aí, a gente deposita e liga pra ela”, conta rindo o padre.</p>
<p>E Nazaré diz nunca ter sido enganada: “Nunca perdi, nenhuma conta. Eles pagam direitinho&#8221;.</p>
<p>O padre Tarcísio Sousa explica o porquê de todo padre ficar amigo de Nazaré. “Porque ela é um amor”, garante. E quando ela diz a mesma coisa dos padres, o padre Tarcísio completa: “É um amor mútuo, recíproco, entre nós e a Nazaré. Com certeza”.</p>
<p>Na Catedral da Sé, padre Cesar confessa: tem uma coleção de peças do atelier. “Eu me sinto muito bonito. E mais que bonito, mais realizado, feliz. Dona Nazaré contribui para essa nossa alegria de sentir-se bem vestido&#8221;, conta rindo o padre.</p>
<p>Feliz nos negócios e no amor: o novo marido de Nazaré trabalha no ateliê. E se conheceram na igreja.</p>
<p>No almoço, patroa e funcionárias dividem a mesma mesa. Muitas das mulheres viviam em dificuldades. Nazaré deu a elas profissão e esperança.</p>
<p>&#8220;Eu não sabia costurar. Ela disse que se eu quisesse aprender, ela me ensinava”, conta a costureira Lilian Aguiar, que diz ainda que estava precisando muito do emprego. “Eu não sabia nada e é difícil achar alguém que queira ensinar como ela fez&#8221;, conta a costureira.</p>
<p>Apenas dez anos, e a costureirinha do interior virou capitã de uma próspera empresa familiar. As filhas criam os desenhos e controlam modernas máquinas de bordado. O filho é o gerente.</p>
<p>&#8220;É um dos motivos de eu chorar, porque tem hora que eu me belisco. ‘Será que sou eu? Como eu cheguei aqui? Como eu consegui sobreviver?’&#8221;, se questiona Nazaré.</p>
<p>E ela ainda quer muito mais. Gerar novos empregos é só um dos planos para o futuro.</p>
<p>“Esse choro é de felicidade, de vitória, de sucesso”, afirmou a costureira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Problemas pessoais afetam desempenho dos funcionários</title>
		<link>https://assessoriauller.com.br/problemas-pessoais-afetam-desempenho-dos-funcionarios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nadia Uller]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2012 12:43:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[A diretora da Associação Brasileira de RH, Deise Vieira, diz que empresas brasileiras têm se importado mais com vida dos funcionários ao oferecer serviços, como atendimento psicológico, para não perderem produtividade. Problemas pessoais podem atrapalhar o desempenho no trabalho. As empresas têm percebido isso e algumas delas criaram programas de apoio aos empregados. No Brasil, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>A diretora da Associação Brasileira de RH, Deise Vieira, diz que empresas brasileiras têm se importado mais com vida dos funcionários ao oferecer serviços, como atendimento psicológico, para não perderem produtividade.</h2>
<p>Problemas pessoais podem atrapalhar o desempenho no trabalho. As empresas têm percebido isso e algumas delas criaram programas de apoio aos empregados. No Brasil, de 200 empresas pesquisadas, 36% já oferecem o serviço, que pode oferecer consultoria financeira, jurídica, atendimento psicológico e até ajuda com problemas extremos, como dependência de álcool e drogas. O principal objetivo dos empregadores é obter a melhor produtividade dos funcionários.</p>
<p>“Os problemas afetam o desempenho e muitas vezes levam o funcionário, que tinha desenvolvimento fantástico, a níveis mais baixos enquanto ele não resolve a questão. O número de empresas que estão oferecendo o serviço ainda é tímido aqui no Brasil, mas cada vez é mais presente aquelas que enxergam o empregado de uma forma holística, pensando na saúde psicológica e financeira do funcionário e, como isso, prejudica a saúde física”, declara Deise Vieira, diretora Associação Brasileira de Recursos Humanos.</p>
<p>Para Deise, custa mais barato para a empresa investir nesse tipo de programa. “É uma abordagem bastante prática porque se deixar cada profissional buscar por meios próprios a solução, muitas vezes ele não busca. Quando a empresa traz para si o apoio ao empregado, ela não está pensando apenas no social, e sim em acelerar a recuperação dele para que volte a ter o desempenho e foco no resultado”, explica a diretora.</p>
<p>Se o serviço for contratado, fora da empresa, o empregado se sente mais a vontade em expor os seus problemas. “Algumas empresas têm estrutura interna e a privacidade nem sempre fica transparente, embora o departamento de RH esteja treinado para isso. Quando você tem uma consultoria externa, o próprio empregado procura por esse tipo de serviço”, diz Deise.</p>
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		<title>Motorista de Montes Claros consegue obter a desaposentadoria</title>
		<link>https://assessoriauller.com.br/motorista-de-montes-claros-consegue-obter-a-desaposentadoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nadia Uller]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 10:35:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de aposentados brasileiros aguardam uma decisão importante da mais alta instância da Justiça brasileira: a legalização da desaposentadoria. São cidadãos que já recebem aposentadoria, mas que continuam trabalhando com carteira assinada e contribuindo para o INSS. Este era o caso do motorista José Augusto Gomes da Silva, que tem uma relação dupla com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p>Milhares de aposentados brasileiros aguardam uma decisão importante da mais alta instância da Justiça brasileira: a legalização da desaposentadoria. São cidadãos que já recebem aposentadoria, mas que continuam trabalhando com carteira assinada e contribuindo para o INSS. Este era o caso do motorista José Augusto Gomes da Silva, que tem uma relação dupla com a previdência: recebe a aposentadoria e também paga a contribuição todo mês.</p>
<div><img decoding="async" title="Motorista consegue desaposentadoria (Foto: Jose Augusto Gomes da Silva / Arquivo Pessoal)" alt="Motorista consegue desaposentadoria (Foto: Jose Augusto Gomes da Silva / Arquivo Pessoal)" src="http://s2.glbimg.com/XnqA6VazvB2Ux7VvPkre1MLjoWBlv_vKTMsQ-iqpFoRtoxbyzAnzAtwMsTTQ3uqM/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/11/29/jose_augusto_gomes_da_silva.jpg" width="300" height="225" /><strong>José Augusto consegue desaposentadoria<br />
(Foto: Jose Augusto Gomes da Silva /<br />
Arquivo Pessoal)</strong></div>
<p>Mas de acordo com o advogado, especialista em direito previdenciário, Luiz Soares Barbosa, esta relação mudou, e o motorista aposentado conseguiu desaponsentadoria no Brasil. “Podemos falar de peito aberto que o primeiro benefício de desaposentadoria, julgado e reconhecido, é de Montes Claros, e agora esse cidadão vai ter sua aposentadoria cancelada, e no seu lugar, uma prestação bem mais vantajosa, com 56,05% a mais”, declarou.</p>
<p>José Augusto Gomes, de 63 anos, trabalha como motorista há 39 anos, sendo 38 deles com carteira assinada e agora comemora a desaposentadoria. “Fiquei surpreso, pois não esperava que fosse tão rápido. Meu advogado ligou e disse que houve sucesso, e devo receber a diferença entre 60 e 90 dias”, conta. Ele diz ainda que estava com dificuldades para cobrir as despesas geradas pela esposa e três filhos, e quer continuar trabalhando até quando o tempo permitir.</p>
<p>José Augusto teve seu pedido de aposentadoria aprovado em 1998, quando tinha 24 anos de carteira assinada, e como uma regulamentação havia mudado no Congresso, passou a receber aposentadoria proporcional. “Em março de 2011 entramos com processo de revisão do benefício”, disse.</p>
<div><img loading="lazy" decoding="async" title="Dr. Luiz afirma que é primeiro caso no Brasil (Foto: Dr. Luiz / Arquivo Pessoal)" alt="Dr. Luiz afirma que é primeiro caso no Brasil (Foto: Dr. Luiz / Arquivo Pessoal)" src="http://s2.glbimg.com/11Y3-Ty7VDCeDT7ih8AlWLR2Uzp43gbOdwyYahoOhg4RQoEqUKX1qEk7mN57gO8V/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/11/30/dr._luiz100.jpg" width="300" height="225" /><strong>Dr. Luiz afirma que é primeiro caso no Brasil<br />
(Foto: Dr. Luiz / Arquivo Pessoal)</strong></div>
<p>Na prática, o motorista renunciou sua aposentadoria atual e requereu a nova aposentadoria. Conforme diz o advogado Luiz Barbosa, essa “renúncia” é uma possibilidade que o assegurado tem para incorporar o tempo de serviço à nova aposentadoria. “O aposentado busca melhorar sua renda e faz jus a ela, uma vez que não deixou de contribuir”, conta.</p>
<p>Em julho de 2011 o requerimento foi negado na 1ª Vara Federal de Montes Claros, mas foi refeito pelo advogado no Tribunal Regional Federal da 1ª Região em Brasília, Distrito Federal. Lá, o juiz federal Cleverson José Rocha acatou a ação judicial. “Ganhamos de forma definitiva. O processo transitou em julgado, pois o INSS retirou o processo em Brasília e o devolveu sem qualquer manifestação ou recurso, e agora não cabe mais nenhuma ação”, conta.</p>
<p>Com isto o caso está extinto e agora o advogado pedirá a execução da sentença, com o INSS pagando a diferença ao aposentado. “A decisão foi proferida nos autos de nº: 2206-61.2011.4.01.3807 e já devolvidos à Vara Federal de Montes Claros, para a implantação imediata da nova aposentadoria e execução das parcelas atrasadas, resultante das diferenças apuradas entre o benefício antigo e o novo a ser implantado”, disse.</p>
<p>O advogado afirma ainda, que o exemplo de José Augusto Gomes pode servir para os aposentados de todo Brasil, que tiveram de continuar trabalhando, e podem requerer o novo benefício.</p>
<p><strong>O que diz o INSS<br />
</strong></p>
<p>Em nota, a Procuradoria-Geral Federal (PGF), órgão da Advocacia-Geral da União (AGU), em Brasília, Distrito Federal, afirma que está estudando a viabilidade de ainda apresentar algum tipo de impugnação. &#8220;Como o caso ainda está dentro do prazo da Ação Rescisória, ainda é tecnicamente possível que o julgamento venha a ser anulado&#8221;.</p>
<p>Ainda de acordo o órgão, a tese jurídica da desaposentação, também chamada de renúncia à aposentadoria, já vem sendo discutida nos Tribunais há alguns anos, ainda não estando pacificada. &#8220;Esta questão já se encontra em julgamento no Supremo Tribunal Federal, já tendo a sua repercussão geral reconhecida (RE 661.256). Assim, a definição da questão dependerá da posição que o STF vier a adotar sobre o tema&#8221;, diz a nota.</p>
<p>A desaposentadoria ou renúnica, segundo a AGU, não é reconhecida na atual forma da legislação. &#8220;No momento atual, o INSS vem aplicando o parágrafo 2º do artigo 18 da Lei nº 8.213/91, o qual impede que o segurado aposentado volte a contribuir para o Regime de Previdência. Esta posição somente poderia ser revista se o Supremo declarar que este artigo é inconstitucional, questão esta que, repita-se, ainda está em discussão&#8221;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Empresa atendida pela Assessoria Uller é destaque no Jornal do Santa.</title>
		<link>https://assessoriauller.com.br/empresa-atendida-pela-assessoria-uller-e-destaque-no-jornal-do-santa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nadia Uller]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2012 10:11:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[negócio]]></category>
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					<description><![CDATA[Se a moda é levar a montanha a Maomé, por que não criar uma loja de moda feminina móvel, que vá até a cliente, evitando que ela perca tempo e, claro, dinheiro? Está é a proposta da Papo Íntimo Moda Feminina, loja que há dois anos funciona dentro de um furgão Ducato. A ideia partiu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se a moda é levar a montanha a Maomé, por que não criar uma loja de moda feminina móvel, que vá até a cliente, evitando que ela perca tempo e, claro, dinheiro? Está é a proposta da Papo Íntimo Moda Feminina, loja que há dois anos funciona dentro de um furgão Ducato.</p>
<p>A ideia partiu da empresária Shirle Tessarolo, que antes vendia de porta em porta, de empresa em empresa, levando as roupas (inicialmente íntimas) diretamente para as potenciais clientes. O Gol que tinha vivia bagunçado e ficou pequeno. Foi quando viu uma loja móvel na internet e resolveu copiar a ideia. Mais que isso. Formalizou a empresa para aceitar pagamento em cartões e dar mais credibilidade ao trabalho.</p>
<p>A mudança fez o faturamento aumentar 70% e hoje Shirle já montou um escritório em casa, de onde o marido ajuda nas tarefas financeiras e administrativas. A loja tem até provador e oferece roupas e acessórios que a empresária seleciona nos grandes centros atacadistas de São Paulo e Brusque.</p>
<p><a href="http://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/10/papointimo.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-663" title="papointimo" alt="" src="http://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/10/papointimo.jpg" width="400" height="263" srcset="https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/10/papointimo.jpg 400w, https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/10/papointimo-150x99.jpg 150w, https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/10/papointimo-300x197.jpg 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Assessoria Uller Prestigia Corrida 24h Contra o Câncer</title>
		<link>https://assessoriauller.com.br/assessoria-uller-prestigia-corrida-24h-contra-o-cancer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nadia Uller]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jul 2012 17:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos dias 28 e 29 de Julho de 2012, a Assessoria Uller prestigiou o ultramaratonista Daniel de Oliveira,  que correu durante 24hs em prol da Ablucan. Como apoiadora da Instituição, Nádia Uller, sempre se faz presente em causas desta natureza .]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 28 e 29 de Julho de 2012, a Assessoria Uller prestigiou o ultramaratonista Daniel de Oliveira,  que correu durante 24hs em prol da Ablucan. Como apoiadora da Instituição, Nádia Uller, sempre se faz presente em causas desta natureza .</p>
<p><a href="http://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/07/DSC02784.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-545" title="DSC02784" alt="" src="http://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/07/DSC02784-300x225.jpg" width="300" height="225" srcset="https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/07/DSC02784-300x225.jpg 300w, https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/07/DSC02784-400x300.jpg 400w, https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/07/DSC02784-600x450.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
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			</item>
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		<title>Treinamento na PARENTEX</title>
		<link>https://assessoriauller.com.br/treinamento-na-parentex/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nadia Uller]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jun 2012 13:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A consultora Nadia Uller, executou no último dia 08 de junho de 2012 um treinamento na Parentex &#8211; Empresa do ramo de produtos higiênicos infantis -. Com o objetivo de motivar, capacitar e qualificar a equipe de vendas, o tema do treinamento foi &#8221; A Arte em Vender&#8221;. &#160; &#160; &#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A consultora Nadia Uller, executou no último dia 08 de junho de 2012 um treinamento na Parentex &#8211; Empresa do ramo de produtos higiênicos infantis -. Com o objetivo de motivar, capacitar e qualificar a equipe de vendas, o tema do treinamento foi &#8221; A Arte em Vender&#8221;.</p>
<p><a href="http://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/06/DSC02519.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-488" title="DSC02519" alt="" src="http://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/06/DSC02519-e1339593515996.jpg" width="600" height="450" srcset="https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/06/DSC02519-e1339593515996.jpg 600w, https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/06/DSC02519-e1339593515996-400x300.jpg 400w, https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/06/DSC02519-e1339593515996-150x113.jpg 150w, https://assessoriauller.com.br/wp-content/uploads/2012/06/DSC02519-e1339593515996-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
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